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sexta-feira, 13 de agosto de 2021

A ave de voo livre de opções!

A ave de voo sabia pensar [apesar da sua inexperiência]                                                   💬 

Como estava a iniciar a carreira profissional, foi inserida num ambiente, que dava a sensação de que as aves não a tencionavam prejudicar. No entanto, não correspondia ao prometido e claro às suas expectativas. Mesmo assim, entendeu que deveria continuar a fazer o trabalho, que de certa forma lhe foi imposto [não prometido]. Pois atendendo às condições, nem tudo estava [errado] de fato estava contratada pela empresa = fábrica, com base na normalidade que abrangia todos os outros empregados [aves e passarões]. Este era um pormenor que correspondia ao que lhe tinham proposto numa fase inicial. O recibo estava de acordo com o formato e descritivo normalizado, simplesmente com categoria de [estagiária], permaneceu assim durante vários anos. 

A ave de voo durante muito tempo, durante vários anos, alimentou a ideia de que o trabalho prometido, tão desejado um dia obteria. Era, o que se depreendia do diálogo patrão passarão, que assim, que conseguisse arranjar outra ave para fazer o trabalho a que ela estava [obrigada - necessariamente] a fazer.
[dava-lhe o outro trabalho administrativo na empresa vestuário de penas de aves]
Assim seria, se o patrão passarão não tentasse impedir que ela conseguisse outro trabalho. 
Os anos passavam e nada!
A ave de voo começou a achar, que o passarão só olhava pela conveniência dele, em ter ali uma jovem ave para sempre que precisasse de alguma coisa chamar por ela. Curiosamente, mesmo para lhe levar a carteira ou o relógio ao escritório = gabinete, que deixou num determinado lugar. O que habitualmente, fazia a ave secretária que despediu. Porque não lhe fazia propriamente muita falta, dessa forma não estava controlado por ela, não tinha que a suportar e não tinha de lhe pagar o salário.
[então]
a ave de voo decidiu comunicar ao patrão passarão, que tencionava ir embora, de forma a retomar os estudos noutra área. Considerava que essa iniciativa poderia ser, o caminho para mais facilmente conseguir o trabalho que merecia e tanto ambicionava. Perante isto, o patrão passarão da fábrica tentou dar a volta à cabeça da ave, disse-lhe que concordava  com a ideia dos estudos. Mas, que podia estudar e continuar a trabalhar lá, como funcionária da fábrica. Porque antes, ele tinha de conseguir outra ave que o pudesse ajudar a receber os convidados passarões empresários para os almoços. Ficava prejudicado, não tinha funcionárias para fazer esse trabalho.
A ave ao principio não estava recetiva à ideia, porque havia outros motivos para além desse que também estavam a pesar na sua decisão [a leviandade de comportamento do passarão]
O passarão queria comer, andar com muitas aves [suspeitava a ave de voo e não estava equivocada]
Aceitou a proposta do passarão, foi estudar na área do secretariado e continuou a ser a funcionária da fábrica, o recibo manteve as suas caraterísticas, em nada mudou.
[conseguiu ser no global, a melhor aluna da turma das aves]
Fazia anotações = apontamentos e partilhava com as colegas aves, permitia que copiassem por ela no decorrer dos testes. Foi sempre impecável, com as colegas aves de turma. Ao ponto de todas [exceto uma] as aves votarem nela para que, fosse eleita delegada de turma.
Um certo dia o passarão passou-se e fez uma triste lamentável cena [a ave de voo foi embora e nunca mais voltou]
Não adiantou o passarão pedir milhentas vezes que voltasse, pois a ave estava cheia de razão e para além disso, já era tarde demais.
O passarão sem a ave saber, doutras formas tentava que a ave voltasse, não conseguiu [escolheu o caminho errado]
Para se voltar em circunstâncias dessa natureza, era necessário haver fortes razões.
[adivinhe-se o resto] a ave de voo livre de opções!


In voodasaves/avesdevoo     abs    13 de agosto  





 

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