A ave de voo misteriosa!
Uma determinada ave de voo!
Concluiu os estudos, até um certo nível.
Pretendia continuar...
O passarão seu pai, não permitiu e ela sofreu muito com isso.
😂
Ao ver tal sofrimento, o tio passarão fez algumas tentativas para ajudar a ave, a conseguir realizar o seu desejo.
Insistiu, persistiu no assunto, até que finalmente conseguiu.
Assumiu, a responsabilidade de ter a ave sobrinha perto de si, assim como a sua outra sobrinha.
De forma a obter mais qualificação, um determinado curso. 📚
A ave de voo, conseguiu finalizar o curso com uma excelente nota final.
A seguir surge, a necessidade de iniciar um trabalho e conseguir um primeiro emprego.
Foi de certa forma, enganada com a proposta que lhe fizeram e que aceitou.
Propuseram à ave, um trabalho administrativo, numa empresa produtora e exportadora de vestuário de penas de aves.
Como costumavam dizer "trabalho de escritório!" ☺
A ave de voo aceitou, porque achou que estaria à altura de executar esse tipo de trabalho.
A sua formação estava direcionada para isso, tudo parecia encaixar bem.
O passarão engenheiro ao serviço da empresa, num grau de parentesco afastado agendou um dia para apresentação.
A ave de voo, foi apresentada ao passarão empresário e detentor de algum visível potencial.
Que a admitiu ao "serviço da empresa."
Ainda estava em crescimento, remodelação, com obras a decorrer.
Ao lhe apresentarem, uma jovem ave de voo tão bela, disponibilizou estadia com todas as despesas incluídas.
Teria um vencimento, como empregada estagiária da empresa.
Na qualidade de empregada, "primeiro emprego!"
Residia, no habitat do passarão empresário, por iniciativa dele e até novas decisões.
Trabalhava e convivia, com as aves empregadas do refeitório da fábrica.
Ficaria a fazer, o trabalho de uma outra ave de voo, que conheceu quando chegou.
E, que desapareceu de forma misteriosa, nunca soube o motivo.
Tentou saber as razões, que estavam por detrás da ausência seguida, em faltas ao trabalho.
Perguntou às outras aves do refeitório, mas elas diziam que não sabiam propriamente.
No pouco tempo, que trabalharam juntas nunca tiveram qualquer "espécie de atrito."
Apesar da ave de voo achar, que ela era "misteriosa." ☺
Não residia nesse habitat do passarão empresário, mas tinha total liberdade de se mover dentro dele.
O tempo passou, o passarão empresário, não queria que a ave de voo mudasse.
Nem de categoria profissional, nem de habitat, pois gostava dela e precisava dela no seu habitat.
Era um habitat com muita riqueza, onde havia muito onde praticar desporto. 💦 🎾 🏀 🎳
No entanto, era um habitat que não tinha aves para desfrutar do conforto e lazer que podia proporcionar.
Ocasionalmente, tinha um convidado ou outro, mas quase nem se percebia a sua importância.
Exceto, aqueles almoços diários para os quais convidava "vários passarões empresários."
Como não tinha pessoas, a residir no seu habitat, era importante ter ali a ave de voo para quando chegava.
Por vezes, chegava a altas horas da madrugada! ☺
O seu habitat, onde havia quase tudo, muito conforto, mas faltavam as aves necessárias para ter o devido significado.
Como se não bastasse, basicamente, a ave de voo estava sujeita a estar ali sozinha, porque lhe era conveniente.
Não valia a pena a ave reclamar, que estava insatisfeita, pois não lhe atribuía o trabalho desejado.
Considerava, dizia à ave que tinha ali tudo e que precisava dela ali, pois não sabia como arranjar assim outra ave.
Durante o horário de funcionamento da fábrica, a ave de voo tinha a companhia de outras aves que não a maltratavam.
O problema, era que tinha de fazer ou colaborar em alguns trabalhos dos quais não gostava e ficar sozinha após o fecho da fábrica.
No que diz respeito, ao trabalho da restauração e como é do conhecimento geral, implica trabalho de lavagem e limpeza.
A ave de voo, "não gostava!"
Todas as refeições, eram preparadas no refeitório da fábrica.
Ao receber convidados, implicava o trabalho de tabuleiro e colocação nas mesas para os receber bem.
A ave de voo, ainda muito jovem suportou esse trabalho durante vários anos. 👄 💕
A viver nesse espaço de conforto, do qual podia usufruir, depois da fábrica fechar no horário habitual.
Basicamente, permanecia ali sozinha e havia sempre um passarão vigilante, na portaria da fábrica.
Na eventualidade, da ave de voo necessitar de alguma coisa bastava pegar no telefone e comunicar-lhe o pretendido.
Se eventualmente, necessitasse ir buscar comida ao refeitório, bastava pedir para lhe abrirem a porta ou para a deixarem estar aberta.
A ave de voo, não podia estar assim em contato permanente com a portaria, por causa do passarão empresário.
Ele podia chegar a qualquer momento, sem avisar e ficava passado, irritado com isso.
Como a ave de voo sabia, conhecia o seu mau feitio, mantinha distância para não ter problemas, nem ela nem os passarões vigilantes.
Faziam trabalho rotativo de vigilância.
Claro que, os passarões vigilantes perceberam que o passarão empresário queria ali a ave de voo, porque mantinha um relacionamento íntimo com ela.
Era a mulher conveniente!
Os passarões vigilantes sabiam que muitas empregadas da fábrica gostariam de estar, no lugar dessa ave de voo.
Talvez, pelo tipo de proximidade com o passarão empresário.
O passarão empresário comia/andava, com muitas aves empregadas da fábrica e esses passarões da portaria percebiam.
A ave de voo, durante muito tempo desconhecia esse tipo de comportamento.
Só percebeu mais tarde.
A ave de voo decidiu ir estudar, mais um pouco, numa área especifica e tudo estava a correr bem.
Um certo dia, o passarão empresário passou-se da cabeça e foi muito bruto com ela
A ave foi embora, nunca mais voltou.
Sem razão, talvez pelo resultado dos estudos ser bom!?
Apesar, do passarão empresário lhe pedir imensas vezes para voltar.
Não voltou!
Prosseguiu a sua vida de outra forma, quando estava num patamar elevado, invejaram o seu sucesso profissional.
Prejudicaram novamente a ave de voo. FABRICO DE VESTUÁRIO PENAS DE AVES
In voodasaves/avesdevoo abs 31 de julho


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